O Crossfute surgiu da ideia de aliar o treinamento funcional com a alegria do futebol que é a paixão mundial que mobiliza milhões de pessoas no mundo inteiro. O treinamento de Crossfute é focado no resultado com diversão, utilizando o treinamento funcional em conjunto com as habilidades do futebol. Mas o que é treinamento funcional?

O treinamento funcional é uma metodologia que é baseada em exercícios que ensinam os atletas a lidarem com seu peso corporal em todos os planos de movimento. Como o próprio nome já remete, a ideia de funcionalidade passa a ser vista como propósito, ou seja, o objetivo passa a ser verdadeiramente um melhor condicionamento físico, um estilo de vida mais saudável, uma maior capacidade de realizar ações.

A capacidade funcional é a habilidade para realizar as atividades simples do cotidiano com eficiência, autonomia e independência. Assim, o treinamento funcional entra como uma ferramenta para alcançar esses objetivos, podendo ser feito em qualquer lugar e com o peso do próprio corpo ou acessórios como pesos livres, barras, elásticos, cordas, bolas, entre outros.

Esse tipo de atividade não é novidade, visto que sua prática se baseia nos movimentos naturais que realizamos no nosso cotidiano como correr, pular, empurrar, puxar, agachar, levantar, estabilizar e arremessar, buscando a melhoria da performance, prevenção de lesões, aumento da eficiência do movimento e constante evolução.

Nesse sentido, a atividade funcional é mais uma opção para quem está cansado da musculação, aparelhos e precisa de uma atividade mais dinâmica e divertida que possui uma maior interação entre os praticantes, trabalhando relacionamento interpessoal e também esteja focada no resultado.

Uma das grandes vantagens que podemos destacar dessa metodologia em relação a metodologias mais tradicionais é a capacidade de criação de situações que geram respostas diferentes em nosso organismo, principalmente no que condiz a utilização dos músculos estabilizadores e neutralizadores. Ao realizarmos exercícios funcionais, estamos tratando de exercícios prioritariamente multiarticulares, com utilização de peso corporal, podendo ou não adicionar uma sobrecarga, e que possuem um grau de necessidade de consciência corporal muito maior do que se comparados aos exercícios tradicionais em máquinas.

Em termos práticos, se compararmos um Leg Press e um Agachamento Livre, por mais que a área muscular recrutada seja basicamente a mesma, o agachamento livre trará mais benefícios ao atleta, funcionalmente falando. Isso ocorre tendo em vista que ao realizar o Leg Press o atleta funcionará como motor, ou seja, estará produzindo força e consequentemente o movimento, contudo a função de estabilizar o movimento está sendo realizada pela máquina e não pelo indivíduo. Ao realizar um agachamento livre, o atleta estará trabalhando o mesmo grupamento muscular, porém com o adicional da ativação da musculatura estabilizadora envolvida na ação, além do trabalho de core e estabilidade central do corpo, gerado pela sobrecarga. Além disso, a utilização de trabalhos unilaterais e em bases instáveis se faz muito benéfica, devendo ocorrer através de uma progressão gradativa, do mais simples ao mais complexo.

A maioria das lesões observadas em atletas hoje em dia se dá em conta da musculatura estabilizadora enfraquecida. Por exemplo, ao analisarmos a Lombalgia pode-se perceber que há uma direta relação com uma musculatura abdominal enfraquecida; ao analisarmos problemas no joelho, existe relação direta com fraqueza nos músculos estabilizadores do quadril. Ou seja, tratam-se de grupamentos musculares que apresentam enorme importância e muitas vezes são deixados de lado ou não são devidamente trabalhos dentro do planejamento de treino.

O equilíbrio de ações é fator essencial dentro da periodização e planejamento das intervenções do treinamento funcional. Atividades baseadas em puxar e empurrar (conceito fundamental para atividades de membros inferiores) devem apresentar um balanço no que condiz a quantidade de cada uma, ou seja, para cada exercício de empurrar, devemos planejar um de puxar, no mínimo. Isso faz com que nosso corpo seja capaz de agir em sintonia, evitando descompensações de determinados grupos musculares e, consequentemente, lesões.

O treinamento funcional e o Crossfute, como trabalham o corpo de uma forma integral e global é destinado a qualquer tipo de público, visto que o planejamento das atividades considera as características individuais de cada atleta, histórico e muito mais, adaptando cada atividade ao nível e condição física de cada praticante. Sendo assim, é possível atingir os resultados desejados, melhorando todas as capacidades físicas, relacionamento interpessoal, saúde e qualidade de vida.

Concluindo, fica evidente a necessidade de utilização dessa metodologia, respeitando sempre a individualidade biológica de cada um, aplicando o padrão de movimento adequado para cada exercício, deixando claro que o que importa que não é a quantidade de repetições, mas sim a quantidade de boas repetições realizadas, além é claro de unificar ideias inovadoras com as estratégias já conhecidas, tornando o treinamento simples e eficiente.

E quais são as valências físicas e técnicas trabalhadas com o funcional do Crossfute?

Elementos funcionais aliados aos trabalhos técnicos da modalidade irão gerar ganhos de desempenho. É importante ressaltar que cada sessão de treinamento deve ter um foco, ou seja, quais capacidade física e técnicas receberão ênfase naquele dia, para que não se perca o controle das variáveis existente dentro do treino e para que seja possível a avaliação posterior da intervenção realizada.

Dentre as capacidades físicas, podemos destacar:

  • Resistência cardiovascular
  • Resistência muscular
  • Força
  • Flexibilidade
  • Potência
  • Agilidade
  • Equilíbrio
  • Coordenação
  • Velocidade

No que condiz as valências técnicas, são fundamentos essenciais do jogo de futebol, que tem por característica acrescentar maior grau de dinâmica e engajamento ao treinamento. Podem ser trabalhados de forma tecnicista ou situacional, de acordo com a escolha do Coach Crossfute. Dentre elas podemos destacar:

  • Passe
  • Domínio
  • Condução
  • Drible
  • Desarme
  • Cabeceio
  • Finalização

Esse desenvolvimento deve ocorrer de forma global, levando em consideração a aplicabilidade dos ganhos no dia a dia de cada atleta, seja amador ou de alto rendimento. Além disso, a utilização de atividades funcionais comprovadamente reduz o risco de lesões e o desempenho, aliados a um tempo de repouso adequado e hábitos alimentares saudáveis.

O Crossfute desenvolve sua metodologia baseado em 4 pilares, sendo eles:

  • Movimentos funcionais
  • Variação constante
  • Alta intensidade
  • Utilização de habilidades motoras do futebol e elementos lúdicos

É importante ressaltar que no Crossfute os treinos são altamente variados, ou seja, o dinamismo da modalidade é elevado, o que torna a atividade mais prazerosa e motivadora. Além disso, resta provado que os exercícios de alta intensidade promovem melhores resultados do que os de alto volume, por isso o HIIT (High Intensity Interval Training) tem virado febre.

Melhor que isso só fazendo Crossfute e testando essa atividade funcional de alta intensidade com a alegria do futebol que tem motivado tanta gente! Cola com a gente que é sucesso!

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